Governo do Ceará anuncia construção de usina termelétrica a gás para abastecer aquário
Governo do Ceará anuncia construção de usina termelétrica a gás para abastecer aquário
Principal função da usina, orçada em R$ 16 milhões, será fazer o controle da temperatura da água do complexo considerado o quarto maior do mundo
Rodrigo Louzas, do Portal PINIweb
9/Dezembro/2013
O governador do Ceará, Cid Gomes, anunciou na última semana a construção de uma usina termelétrica movida a gás exclusiva para uso do novo aquário da cidade, que é considerado o quarto maior do mundo. O complexo terá de 21,5 mil m² e 38 tanques para receber cerca de 35 mil animais.
Segundo o governo, a principal função da usina, com potência de 1.400 quilowatt elétrico (kWe), será fazer o controle da temperatura da água do Acquario do Ceará. O empreendimento contará 15 milhões de litros de água.
O Governo do Ceará, através do secretário do Turismo, Bismarck Maia, afirma que a usina já estava prevista no projeto e não trará problemas ambientais. A construção do aquário do Ceará, porém, tem gerado grande polêmica na região. Para o deputado de oposição Heitor Férrer, por exemplo, o equipamento visa "dar luxo a uma casa de peixe". "É uma obra grandiosa para um estado pobre", diz ele.
A usina é orçada em R$ 16 milhões. A expectativa do governo é que o aquário possa receber até 1,2 milhão de turistas por ano. A obra será concluída em janeiro de 2015.
O governador do Ceará, Cid Gomes, anunciou na última semana a construção de uma usina termelétrica movida a gás exclusiva para uso do novo aquário da cidade, que é considerado o quarto maior do mundo. O complexo terá de 21,5 mil m² e 38 tanques para receber cerca de 35 mil animais.
Segundo o governo, a principal função da usina, com potência de 1.400 quilowatt elétrico (kWe), será fazer o controle da temperatura da água do Acquario do Ceará. O empreendimento contará 15 milhões de litros de água.
O Governo do Ceará, através do secretário do Turismo, Bismarck Maia, afirma que a usina já estava prevista no projeto e não trará problemas ambientais. A construção do aquário do Ceará, porém, tem gerado grande polêmica na região. Para o deputado de oposição Heitor Férrer, por exemplo, o equipamento visa "dar luxo a uma casa de peixe". "É uma obra grandiosa para um estado pobre", diz ele.
A obra vai custar R$ 250 milhões e vai ocupar 21.500m². O Acquario é construído no terreno que abrigava o prédio do antigo Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), terá 15 milhões de litros de água e será o primeiro aquário internacional da América do Sul..em janeiro de 2015.
EM QUANTO ISTO !
Ceará é o 6º pior em qualidade de alimentação
18.05.2006
Muitos cearenses ainda encontram sérias dificuldades para ter acesso a uma alimentação regular e com qualidade. Cerca de 55% dos domicílios pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),Geladeiras com poucos alimentos ou com produtos que não são os ideais para uma dieta saudável. Dificuldades para repor os alimentos que acabam, pois o dinheiro não é suficiente para o abastecimento. É dentro desse perfil que se encaixa um domicílio com insegurança alimentar. A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios realizada em 2004, pelo IBGE, pesquisou junto à 181 milhões de pessoas sobre as condições de segurança ou insegurança alimentar em todas as regiões do país.
Os resultados mostram que 72 milhões de pessoas (34,8% dos domicílios) vivem em situação de insegurança alimentar, o que significa que eles têm acesso limitado aos alimentos de uma forma geral, não podem repor imediatamente os produtos quando eles acabam e convivem ou não com a situação de fome. No Ceará, 55,7% do total de domicílios pesquisados estão na situação de insegurança alimentar, sendo essa média maior que a nacional (34,8% de domicílios) e que a do Nordeste, que apresentou 53,6% de domicílios nessa situação.
Os dados ficam mais graves quando a insegurança é desdobrada em três níveis: leve, moderada e grave. A região Nordeste foi a que apresentou o maior índice de domicílios em situação de insegurança alimentar grave, 52%, totalizando 7 milhões de pessoas que podem ter passado fome por um ou mais dias durante a realização da pesquisa. Nacionalmente, 14 milhões de pessoas apresentaram situações graves de insegurança
De acordo com o chefe da Unidade Estadual do IBGE, Francisco Moreira Lopes, os resultados da insegurança alimentar estão relacionados diretamente com a concentração de renda do País. No suplemento renda, da Pnad, o Ceará também ficou na 6ª colocação em relação às piores rendas do Brasil. “O que mostra como essas questões são correlacionadas”, observa.

O suplemento segurança alimentar foi realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e abrangeu indivíduos de diversas faixas salariais, etárias e das zonas urbana e rurais. No Ceará, a pesquisa abrangeu 39 municípios do Interior e da Região Metropolitana de Fortaleza, contabilizando um total de mais de 2 milhões de domicílios pesquisados, dos quais apenas 909.335 foram enquadrados na condição de segurança alimentar (44,2%).
Dentro da região Nordeste, o Ceará ocupa o 4º lugar na classificação por insegurança alimentar.








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